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segunda-feira, 28 de março de 2016

A parábola do filho pródigo

Introdução: Nessa parábola, o pai ilustra a misericórdia e o perdão de Deus em favor daqueles que realmente se arrependem dos seus maus caminhos.

(Lucas 15) 
(11) "Um homem tinha dois filhos. 
(12) O mais novo disse ao seu pai: "Pai, quero a minha parte da herança". Assim, ele repartiu sua propriedade entre eles.

O pai repartiu sua propriedade entre eles. Isso ilustra o livre-arbítrio, o direito de cada um escolher o próprio caminho.

(13) Não muito tempo depois, o filho mais novo reuniu tudo o que tinha, e foi para uma região distante; e lá desperdiçou os seus bens vivendo irresponsavelmente.

Razão que levou o filho mais novo pedir a sua parte na herança: Queria viver uma vida desregrada, fora dos princípios da retidão. Uma vida sem nenhuma economia e administração financeira.
  • O custo de uma vida fora dos princípios de retidão e fora de uma boa administração financeira é alto. Esse filho não respeitou nem o tempo da herança...  Ele desejou e tomou algo fora do tempo certo, o que é bem problemático também.

(14) Depois de ter gasto tudo, houve uma grande fome em toda aquela região, e ele começou a passar necessidade.

Com a mau administração financeira e a chegada da crise, ele perdeu o controle da sua vida e começou a passar necessidade.

(15) Por isso foi empregar-se com um dos cidadãos daquela região, que o mandou para o seu campo a fim de cuidar de porcos.
  • Tendo deixado a sua casa em busca de liberdade, encontrou privação e muita humilhação.
Era um insulto para o judeu cuidar de porcos. Isso mostra o quanto ele foi enganado pela falsa aparência de liberdade, e o quanto ele foi humilhado. Cuidar de porcos representava a ocupação mais degradante que um judeu pudesse desempenhar. Eram animais considerados impuros de acordo com a Lei de Moisés.

(16) Ele desejava encher o estômago com as vagens de alfarrobeira que os porcos comiam, mas ninguém lhe dava nada.

Os porcos estavam alimentando melhor do que ele. Isso mostra a terrível situação em que ele se encontrava. Comer vagens de alfarrobeira era sinônimo da pobreza e miséria mais amargas.
  • O pecado leva as pessoas a uma vida de desilusão, tristeza e necessidade.

(17) "Caindo  em si, ele disse: ‘Quantos empregados de meu pai têm comida de sobra, e eu aqui, morrendo de fome!

Caindo em si - a ilusão é passageira e havia terminado. Ele percebeu o quanto o mundo com seus falsos prazeres é enganoso.
  • A vida verdadeira e real,  encontramos somente no relacionamento correto com Deus. 

(18) Eu me porei a caminho e voltarei para meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e contra ti.
(19) Não sou mais digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados’.

Pequei. Reconheceu que errou e precisava de perdão. Não jogou a culpa em ninguém.
  • (1 João 1:9) "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça."

(20) A seguir, levantou-se e foi para seu pai. "Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou.

Ele se arrependeu e decidiu voltar para a casa do pai. 

A compaixão do pai ilustra a aceitação imediata de um pecador que se volta para Deus.
  • (Hebreus 8:12) "Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados."

(21) "O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho’.

O verdadeiro arrependimento faz a pessoa enxergar com os seus olhos espirituais o estado em que ela realmente se encontra. 
  • Ele contava com a misericórdia e o perdão...

(22) "Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés.

O reconhecimento do erro, a confissão de pecado e a atitude de voltar para o caminho da retidão fez com que o filho retornasse ao seio da família e fosse novamente reintegrado como membro dela.  Foi uma completa restauração.
  • Melhor roupa - roupa de festa.
  • Anel - provava a sua filiação.
  • Calçados - indicava que ele não estava sendo recebido como servo, apesar desse ser o seu pedido.

(23) Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e comemorar.

(24) Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado’. E começaram a festejar."

Uma transformação como essa era digna de celebração. Esse também é o motivo pelo qual Jesus escolheu reunir-se com os perdidos.

Conclusão:
Só teremos uma vida de segurança se vivermos segundo os princípios bíblicos. Quem confia demais em sua própria sabedoria entra no caminho da destruição.

Graça e paz,
Pra. Angela Caldas.

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